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A escoliose é um encurvamento da coluna vertebral. A coluna vertebral se encurva no meio ou nos lados.
Existem 3 causas de escoliose:

Sintomas
Os sintomas mais comuns de escoliose são desvios de postura nos quadris e nos ombros, que ficam assimétricos, dor na região lombar, fadiga excessiva. Esta doença é mais comum do que muitos pensam. Cerca de 3% da população mundial sofre dela, sendo que muitos nem sabem disso.
Há suspeita de escolise quando um ombro parece estar mais alto do que o outro ou a pélvis parece estar inclinada. Um olhar leigo não percebe a curvatura nos estágios iniciais.
Outros sintomas da escoliose podem incluir:

Pode haver fadiga na coluna vertebral após longa permanência de pé ou sentado. A dor ficará persistente caso haja uma inflamação no tecido mole e desgaste dos ossos da coluna vertebral.
O diagnóstico de escoliose é feito pelo exame clínico e pela radiografia (raio-x). A curvatura na radiografia deve apresentar pelo menos 10 graus para o diagnóstico de escoliose ser confirmado. Essa medida é feita pelo médico com o uso de uma régua chamada de goniômetro. Muitas vezes, o diagnóstico de escoliose é realizado quando o paciente realiza um raio-x de tórax ou de abdome solicitado por um médico que não ortopedista e é vista a deformidade. Para a medida correta da curva, é necessária uma radiografia panorâmica da coluna vertebral.
Tratamento

O tratamento depende da causa da escoliose, do tamanho e da localização da curva, além de quanto crescimento o paciente ainda terá. Na maioria dos casos de escoliose idiopática adolescente (menores de 20 graus), o tratamento é dispensado, mas devem ser realizadas verificações semestrais.
Na medida em que a curvatura se agrava (acima de 25 a 30 graus em crianças em fase de crescimento), o uso de órteses é geralmente recomendado para auxiliar a retardar a progressão da curva. Existem muitos tipos de órteses utilizados. O colete de Boston, o colete de Wilmington, o colete de Milwaukee e o colete de Charleston foram batizados com o nome dos centros onde foram desenvolvidos.

A decisão do momento apropriado para se operar é variável. Após os ossos do esqueleto cessarem o crescimento, a curvatura não deve se agravar muito. Por conta disso, talvez o cirurgião queira aguardar até que os ossos do seu filho parem de crescer. Entretanto, pode ser que seu filho necessite de cirurgia antes disso, se a curva na coluna for grave ou estiver se agravando rapidamente. Curvas de 40° ou mais geralmente precisam ser operadas.
A cirurgia consiste em corrigir a curva (embora não completamente) e encaixar os ossos dentro dela. Os ossos são fixados no lugar com uma ou duas hastes de metal presas com ganchos e parafusos até que o osso seja recuperado. Às vezes, a cirurgia é feita através de um corte nas costas, no abdomên ou abaixo das costelas. Pode ser necessário o uso de uma órtese para estabilizar a coluna vertebral após a operação.
Muitas vezes, as limitações impostas pelos tratamentos afetam o lado emocional e podem ameaçar a autoimagem, principalmente para adolescentes. Apoio emocional é importante.
Fisioterapeutas e ortopedistas (especialistas em aparelhos ortopédicos) podem ajudar a explicar os tratamentos e a assegurar que o colete se encaixe confortavelmente.

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